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Corrija o Estrabismo SEM Tampão ou Cirurgia!

Tratamento inovador que treina sua visão de forma natural e eficaz!

ESTRABISMO

É um distúrbio em que os olhos não se alinham corretamente, podendo causar dificuldades na visão binocular e na percepção de profundidade. O tratamento pode envolver exercícios, uso de lentes ou terapia visual, dependendo do caso.

Depoimentos

Optometria Comportamental

É uma área da optometria que estuda a relação entre o sistema visual e o cérebro, analisando como os estímulos visuais são processados, interpretados e integrados ao controle motor e cognitivo. Diferente de uma avaliação tradicional, que se concentra apenas na acuidade visual, essa abordagem investiga funções visuais superiores, como acomodação (ajuste do foco), vergência (coordenação entre os olhos), motricidade ocular (movimentos dos olhos), percepção espacial e processamento visual.
Disfunções nesses mecanismos podem comprometer a aprendizagem, a atenção, a cooperação motora e o desempenho em atividades diárias, como leitura, direção e esportes. Através de testes específicos e instruções personalizadas, a Optometria Comportamental busca aprimorar a eficiência do processamento visual, promovendo uma melhor adaptação neurossensorial e funcional.

Perguntas Frequentes

É o desalinhamento ocular, ou seja, os olhos não apontam para o mesmo lugar ao mesmo tempo. Pode ter origem muscular, neurológica ou estar associado a erros refrativos. É comum na infância e pode prejudicar a visão binocular e o desenvolvimento visual.

Geralmente, não. Sem intervenção, o estrabismo tende a se manter ou até se agravar, podendo causar ambliopia ou supressão visual.

Sim, em alguns casos. Quando o desvio está relacionado a erros refrativos, principalmente hipermetropia, os óculos podem reduzir ou eliminar o desalinhamento.

Não. A cirurgia não é a primeira opção recomendada. Ela apenas realinha os olhos esteticamente, mas não recupera a funcionalidade binocular, nem a visão 3D (estereopsia). A terapia visual comportamental é capaz de promover tanto o alinhamento estético quanto a restauração da visão funcional e integração sensório-motora.

Sim. Estatísticas mostram que cerca de 40% dos casos de estrabismo reincidem após a cirurgia. Quando o paciente passa por terapia visual comportamental antes da cirurgia, a taxa de reincidência pode cair para menos de 10%, pois se trata não apenas o alinhamento, mas as causas funcionais do desalinhamento.

Os principais são:
Esotropia: desvio para dentro.
Exotropia: desvio para fora.
Hipertropia: para cima.
Hipotropia: para baixo.
Também existem formas intermitentes, alternantes e paralíticas.

Não. Existem microestrabismos, que não são perceptíveis a olho nu, mas interferem na visão binocular. Também há desvios intermitentes que aparecem em situações de cansaço ou desatenção.

Sim. O esforço do sistema visual para tentar manter a fusão e o alinhamento pode causar dor de cabeça, tontura, fadiga visual e dificuldade de concentração.

Sim. Pode ser persistente desde a infância, ou surgir por trauma, AVC, diabetes, tumores ou paralisias dos músculos oculares e a terapia visual comportamental também pode ajudar nesses casos específicos sendo um mito que não podem ser tratados

Nem sempre é possível prevenir o estrabismo, mas uma avaliação optométrica comportamental precoce e periódica pode identificar alterações visuais antes que o desvio se instale ou piore. Para crianças com histórico de estrabismo ou ambliopia, o ideal é realizar o acompanhamento a cada 6 meses. Já para crianças sem alterações visuais aparentes, recomenda-se avaliação anual até os 8 anos, fase crucial do desenvolvimento visual.

R. Maestro Felício Tolêdo, 495 – Sala 407 – Centro, Niterói – RJ, 24030-105
(21) 97735-6009